Seu limiar não é um pace fixo.


E quando você tenta repetir exatamente o mesmo ritmo todos os dias, a frustração aparece. Porque o limiar não mora no relógio. Ele é uma intensidade fisiológica. E essa intensidade muda.

Muda com o sono, com o estresse, com o calor, com a fadiga acumulada. Tem dias em que o limiar aparece com um pace melhor. Em outros, um pouco mais lento. E mesmo assim, continua sendo limiar. Por isso, olhar apenas para o pace pode enganar.

Treinar bem exige leitura do conjunto. Sentir o corpo, observar a resposta cardíaca, entender a percepção de esforço. É aqui que entra o ponto mais importante. Consistência.

Não é o treino perfeito que faz você evoluir. É a soma de semanas bem feitas. Quando você ajusta o limiar pelo corpo, você acerta o treino hoje. E consegue treinar de novo amanhã.

É isso que constrói performance de verdade.
Treino bom não é teimosia com pace.
Treino bom é ajuste fino no corpo e constância na semana.

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