De 118 quilos a maratonista.

Por Frederico, atleta da Teo Esportes

O Ponto de Partida: Uma Aposta Improvável

Minha história com a corrida começou de um jeito improvável: com uma aposta entre amigos.

Eu pesava 118 quilos, fumava e levava uma vida completamente sedentária. Correr não fazia parte dos meus planos, nem dos meus melhores sonhos. Era algo muito distante da minha realidade.

No começo, tudo era difícil. Mas, aos poucos, comecei a perceber mudanças que iam muito além da balança. A corrida me trouxe disciplina, confiança e a certeza de que eu era capaz de fazer coisas que antes pareciam impossíveis.

Encontrando o Propósito com a Teo Esportes

Passei por duas assessorias antes de chegar à Teo Esportes. Todas fizeram parte da minha caminhada, mas foi na Teo que senti minha evolução acontecer de verdade.

Passei a treinar com mais organização, propósito e consciência. Aprendi que correr melhor não significa apenas acumular quilômetros ou baixar o pace. É preciso:

  • Fortalecer e recuperar o corpo;
  • Ter paciência;
  • Respeitar o processo e, principalmente, quem está te ensinando e orientando.

Os Obstáculos: O Aprendizado com as Lesões

O caminho não foi perfeito. Enfrentei uma fratura por estresse e, mais recentemente, durante a preparação para minha prova-alvo — a Maratona de Buenos Aires —, senti fortes dores depois de um treino longo.

Precisei interromper alguns treinos, fazer fisioterapia e controlar a ansiedade para não colocar todo o trabalho em risco. Essa fase também fez parte da evolução. Aprendi que descansar não é preguiça nem indisciplina. Algumas vezes, é preciso diminuir o ritmo para continuar avançando.

20 de Setembro de 2026: A Linha de Chegada

No dia 20 de setembro de 2026, completei a Maratona de Buenos Aires em 3h45.

Quando cruzei a linha de chegada, não pensei apenas nos 42 quilômetros daquele dia. Pensei naquele homem de 118 quilos, fumante e sedentário, que começou a correr por causa de uma aposta e que acabava de conquistar algo grandioso.

A corrida não mudou apenas o meu corpo. Mudou também a forma como enxergo meus próprios limites. Hoje, quando olho para trás, sinto orgulho não apenas de ter concluído a maratona, mas de toda a trajetória.

A aposta foi o ponto de partida. A decisão de continuar foi minha. E encontrar a Teo foi o que me ajudou a transformar esforço em evolução.

Como diz um grande amigo e precursor da minha mudança: “Se não for pra fazer história, é melhor nem sair de casa.”

A minha está sendo construída, um treino, um desafio, um dia de cada vez!

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