Por Daniel, aluno Triathlon da Teo Esportes
Vou começar com uma confissão: eu nunca gostei de correr. Sempre gostei de esportes, mas dos mais lúdicos, como o tênis, beach tennis, etc. Correr, para mim, era simplesmente entediante.
A corrida entrou na minha vida por obrigação. Eu precisava me preparar para um concurso. No início, eu só conseguia correr com fone de ouvido, ouvindo um podcast ou uma playlist, qualquer coisa que tornasse aquele tempo suportável.
Aos poucos, alguma coisa mudou. Os tempos foram caindo, a corrida foi melhorando, e eu percebi que estava diante de um tipo de desafio diferente de tudo o que já tinha praticado. Foi nessa fase que encarei minha primeira maratona, uma experiência marcante.
“No tênis, você enfrenta alguém do outro lado da quadra. Na corrida, o adversário é você mesmo.”
Com o tempo, descobri que a corrida tinha virado uma espécie de terapia. Correr virou o meu tempo para pensar, planejar e até orar. Era ali que eu me organizava mentalmente.
Depois me veio uma pergunta: por que não um triathlon?
A influência de alguns amigos que já estavam no esporte foi decisiva para eu dar esse passo. E foi através deles que conheci a Teo Esportes.
O Desafio: Um 70.3 com um Recém-Nascido em Casa
Me inscrevi no IRONMAN 70.3 de Florianópolis com meu filho recém-nascido que tinha acabado de chegar, o Mateus. Tomei essa decisão com o aval da Larissa, minha esposa, afinal eu já sabia que para encarar um ciclo de treinos a família tem que estar bem alinhada.
Somando os treinos com a rotina de pai, marido, dentista, empresário, professor, o tempo parecia simplesmente não existir.
Em algum momento, pensei seriamente em cancelar a inscrição e adiar para o ano seguinte. Mas eu decidi: não vou cancelar. Vou até o fim.
Conversei muito com o Teo, e juntos fomos encaixando os treinos na minha rotina, semana a semana. O que eu achava improvável foi se tornando possível. E nada disso teria acontecido sem a Larissa, que me apoiou em todos os momentos.
A Linha de Chegada
Completei o meu 70.3 em Florianópolis e fiquei muito feliz com o meu desempenho. Mas o que eu nunca vou esquecer não é o tempo no relógio.
É a imagem do meu filho e da minha esposa me esperando na linha de chegada. Foi um dos dias mais especiais da minha vida.
Ao lado deles, o Teo, a Claudinha e os amigos da assessoria.
Cruzar aquela linha representou muito mais do que uma prova:
- Provar que dá para treinar com a vida acontecendo;
- Não desistir quando adiar parecia o caminho mais fácil;
- Dividir uma conquista pessoal com quem eu mais amo;
- Descobrir que o esporte de que eu não gostava virou parte de quem eu sou.
Hoje eu só tenho a agradecer ao Teo e a toda a equipe da Teo Esportes por me ajudarem a viver momentos tão especiais.





